Sábado, Junho 06, 2009

Novo e velho blog

Oi gente.

Apenas para dizer que estou com outro blog: http://blogdoherrero.wordpress.com.

É mais "sério", voltado para divulgar meus trabalhos, debater idéias, um portfólio on line em tempo real. Mas eu abri pra coisas menos "sérias", mais reflexivas, talvez "poéticas". Então, quem quiser dar uma passada, será sempre bem vindo.

Mesmo assim, atendendo aos pedidos (obrigado "Arranjos Incomuns") e comentários que vez enquando recebo via este blog, vou retomar algumas atualizações neste blog. Como se vê num post abaixo, já tem atualização pra valer.

É um belo espaço apra extravasar o que sinto, já que o que penso tenho já um blog novo para tal.

Abraço e até a próxima.

Trilha sonora: "There It Goes" - The first show os the Smashing Pumpkins! 05.10.1988 - Metro - Chicago - Ilinois - EUA.

There it Goes

É difícil você ter a possibilidade de se expressar sem que ninguém avalie seu pensamento, suas ações, atitudes, sentimentos, sem que alguém o julgue ou enfie na própria mente caraminholas mil. Você acaba por se esconder em meio aos bits e hipertextos da internet. Nem aqui você pode desabafar e mostrar o resquício de verdade que sobra depois de tantas máscaras enfiadas na sua cara todos os dias para segurar a onda cotidiana...

Eu gostaria de colocar esta canção abaixo, bem do início do The Smashing Pumpkins, que é bem bonita. Não que eu viva exatamente a letra, apenas que eu adoro a canção e algumas coisas da letra fazem sentido neste momento.

Mas periga as pessoas lerem de outra forma e interpretarem, erroneamente, do seu jeito. Porque o meu jeito é único e ninguém vai entender o porquê e o quê eu quis expressar. Enfim, como este é um espaço obscuro hoje em dia, já que eu o abandonei ao criar outro blog, mais "sério" (explicarei no próximo post), pode ser que eu fique no limbo e ninguém me incomode ou se incomode com este post. I hope.

Quem apenas quer navegar por estas paragens e curtir um post novo, bem vindo.

There it Goes

Lá vai ela

there it goes

Lá vai ela

playing with my heart again

Brincando com meu coração novamente
i don't know when

Eu não sei quando
i'm gonna come up for air

Que vou me dedicar a respirar

For you now, again

A você agora, novamente

for you now

A você agora
for you now

A você agora

and the way you look at me

E o jeito que você olha pra mim
makes me happy inside

Me deixa feliz por dentro
knowing all the while

Sabendo o tempo todo
i can't hide

Não dá pra esconder

come and go

Venho e vou
wasting my years

Desperdiçando meus anos
i was born to fear

Eu nasci para temer
that there's something in the air

Que existe algo estranho no ar


for you now, again

A você agora, novamente
for you now

A você agora
for you now

A você agora

and the way you look at me

E o jeito que você olha pra mim
makes me happy inside

Me deixa feliz por dentro
knowing all the while

Sabendo o tempo todo
i can't hide

Não consigo esconder

when you've thought to come back

Quando você pensou em retornar
would you take me home?

Dá pra me deixar em casa?
when you've thought to come back

Quando você pensou em retornar
all alone

Toda sozinha
all alone

Toda sozinha

there it goes

Lá vai ela

playing with my heart again

Brincando com meu coração novamente
i don't know when

Eu não sei quando
i'm gonna come up for air

Que vou me dedicar a respirar

For you now, again

A você agora, novamente

for you now

A você agora
for you now

A você agora

and the way you look at me

E o jeito que você olha pra mim
makes me happy inside

Me deixa feliz por dentro
knowing all the while

Sabendo o tempo todo
i can't hide

Não dá pra esconder

when you've thought to come back

Quando você pensou em retornar
would you take me home?

Dá pra me deixar em casa?
when you've thought to come back

Quando você pensou em retornar
all alone

Toda sozinha
all alone

Toda sozinha


Mais traduções pumpkinianas em: http://br.geocities.com/sptraduzido.

Domingo, Fevereiro 15, 2009

...

Quando você não tem nada de bom para escrever, é melhor privilegiar as reticências...

Poderia escrever algumas coisas, mas não seria nada de produtivo ou diferente. Quero fazer tanta coisa, mas por enquanto a vontade não virou desejo. Então, não adianta perder tempo com coisas que ainda não se cristalizaram aqui dentro.

O importante é que meu time jogou com time reserva e ainda empatou com um de nossos principais rivais. Quarta tem um jogo realmente importante, irei com meu sobrinho e um grande amigo (que já foi em seu primeiro clássico hoje) e o resto é complicação. E agora, o simples é mais interessante, mais vibrante, mais importante, que as pedras no caminho.

Trilha sonora: "Lokicat", Jimmy Chamberlin Complex, com participação especial de Billy Corgan nos vocais.

Sexta-feira, Fevereiro 06, 2009

Aparência é crueldade

Depois da neblina ter se dissipado e as coisas darem boas mostras que estão progredindo, eu me encontro vivendo uma coisa que eu jamais imaginaria que viveria de novo. E o pior: fazendo de tudo pra não vivê-la ou, na pior das hipóteses, vivê-la diferente, se colocando de uma forma positiva, madura, pra que, já que as coisas vão mudar, que sejam de uma forma adulta, com conversa, relação igual entre os pares, um mundo ideal, eu diria.

Mas, ah, nobres leitores, o mundo ideal é uma mentira vendida numa propaganda de margarina. As pessoas dizem buscar a perfeição, mas se afastam mais e mais com seus atos e palavras. O ser humano é de uma hipocrisia assustadora, e agora estou dizendo num sentido genérico: apregoa igualdade, conversa, amor, sinceridade. Mas em seu cotidiano, apenas mente, oprime, machuca, se põe em degrau acima do seu próximo.

E você fica ali tentando brigar contra o sistema desafeituoso (mistura de desafeto com defeituoso), tentando ser tudo aquilo que as pessoas dizem, mas não fazem. Não posso me colocar como o perfeito e dono da verdade, muito menos posso dizer por todos, mas pela minha experiência de vida, vejo que tudo que é dito, não chega nem a ser tentado. Posso dizer, em meu favor, que tento, busco. Talvez por isso, não encontre um bom retorno. Se fosse um falsário mentiroso pilantra de uma figa, provavelmente me daria melhor. Mas a gente insiste em fazer as coisas pelo caminho certo, não o mais fácil, e segue tomando porrada.

Sei lá, às vezes você pensa que fazer a coisa certa vai fazer com que a pessoa te respeite, mas você nota que, na realidade, ela simplesmente preferia viver uma mentira. E aí você começa a ver que a lealdade é artigo raro. Que todo o carinho e amor pregado não passa de enfeite em cima de uma estante, de um perfume barato vendido numa estação de metrô, que todos têm acesso, qualquer um fala qualquer coisa e todos fingem acreditar, mas não sentem.

Porque é muito fácil você viver uma mentira em que você está por cima da situação, sem nenhum revés, nenhuma dor, vivendo num país das maravilhas irreais, enquanto o outro sofre ou faz das tripas coração para seguir em frente. Não, o que tá pensando aquele em restaurar a relação e viver de forma que ninguém se machuque, mesmo que isso seja o máximo possível naquele momento? O ser humano só quer outro rastejando debaixo de si. E viver de aparência, uma verdadeira crueldade consigo e com os outros. A mentira é verdade e a opressão é amor. A letargia é apenas uma ocupação, quando se tem medo de dizer o que (não) se sente.

Coincidência ou não, terminando o post ouço um trecho de "Aqui na Terra", do Golpe de Estado:

"Cadê o amor que todos reclamam?
Só violência daqueles que amam."

Terça-feira, Janeiro 27, 2009

Uma neblina escura, cinza, se avista pelo caminho

Ontem, em meio a um mar de dificuldades e pensamentos revoltos, encontrei uma pasta com um show do Aborto Elétrico na Funarte, de 1981, algo muito velho que eu consegui na internet, acho, sei lá onde. E recuperei uma letra que postei no meu perfil do orkut, chamada "Construção Civil". É uma música juvenil, punk, anárquica, e, talvez por isso, irônica ao extremo, com dizeres simples e eficazes que fazem refletir sobre o atual momento da nossa vida, se você está disposto a tal, ou seja, não quer fugir a um conto de fadas.

A primeira parte é interessante e diz bem o meu momento atual, inclusive:

O que você vai ser
Quando você crescer?
E nas fotografias
O que você vai ver?
O tempo passa e você vê
Que existem coisas
Que você nunca imaginou que existissem.

Essa sempre é a preocupação: qual o legado que eu vou deixar? Alguém vai se lembrar de mim? Quando ver a foto, o que será visto? Apenas uma aimagem? Uma imagem que remete a algo? A algum feito? Ou a nada, nem a ninguém?

Mas nada disso importa, pois quando você é jovem, se tem na volúpia a fonte de esperança em querer fazer as coisas e crer que elas vão dar certo só porque você quer. Quando você é jovem, a sua sede de conhecimento e de diversão são seu mote, o objetivo final é formar na faculdade, com um zilhão de oportunidades formigando em seu imaginário. A biblioteca da faculdade é o lugar mais fantástico do universo, pois ali está todo o saber. O núcleo de comunicação é falho, mas tem as pessoas, as coisas acontecem ali.

Mas logo você nota que não passa de uma biblioteca de quinta e as maiores são sempre as mais assustadoras, porque o universo muda de uma bibliotecazinha de universidadezinha que se acha grande na zona leste para um ambiente de pesquisadores, com um acervo fabuloso, caso da PUC, que freqüentei por tempos, mesmo na graduação, afinal, meu TCC não comportava a parca bibliografia da universidade em que eu estava e a PUC é um ótimo loval apra Ciências Sociais e Política.

No entanto, antes de você se dar conta de tudo isso, tudo é maravilhoso, as dificuldades são enfrentadas com alegria, a luta tem sempre um fim decente e interessante. E as festas, o bar e os amigos são um complemente positivo a quatro anos árduos de trabalho, na maioria dos casos.

Agora, quando você começa a crescer mesmo, sai da universidade, encara o mercado de trabalho, a "adultice", as contas, a barra de morar sozinho, e mais, de viver só, sem partilhar do amor de uma pessoa, sem festas, nem carnaval (diria marcelo Nova), sem um objetivo mais simples de enfrentar (porque concluir um curso de graduação numa universidade privada é das coisas mais possíveis de serem feitas - para não dizer fáceis - que existe, e a cada ano isso aumenta), você realmente começa a notar coisas que nunca imaginou que haveria. Aí, como diz a estrofe seguinte de "Construção Civil":

Eu tenho um primo que trabalha na Construção Civil
Me conta coisas e diz que eu tenho que esperar
Entre uma cerveja e outra
Se lembra do aluguel
Então me explica como é feliz?

Alguém pode me explicar isso? Quando se é jovem se tem vontades, pressa, ânsia juvenil para mudar o mundo. Quando se é adulto, só fica a ânsia de ver a sua vida melhor. As vontades se esvaem a cada ano, a pressa dá lugar à inércia, movida pela desesperança. Porque tudo que você faz é voltado pro presente, pras contas, para uma situação emergente, é impossível projetar o futuro, mesmo que seja um futuro daqui há um mês, por exemplo. E a terceira parte é exemplar quanto ao que eu disse acima:

Eu tento ver nos olhos
Se ele fala a verdade
Mas ele se esquiva
E diz que é só cansaço
“Cê ainda tem muito pra viver
Como vai a escola?"

O objetivo agora é outro, tentar sobreviver à falta de perspectivas, à ansiedade, que acelera os acontecimentos e ao masssacre diário que a gente é submetido. E tudo que resta é o cansaço e a falta de coragem de admitir que sua vida está uma merda e que não há no momento nenhum caminho límpido para as coisas melhorarem.

As coisas tem andado numa morosidade e numa dificuldade incríveis. Para acontecer algo a batalha e o sofrimento são gigantescos. Sangro mais para conseguir as coisas. Claro que há uma valorização interna quanto a perceber a maturidade e o espírito guerrerio, casca dura. Mas você se mata para avançar um milímetro, acabdno por ser muito mais desgastante e dolorido. Tudo é desespero para alguém que entrará na casa dos 27 e que ainda nada tem de substantivo.

Não é a toa que com tanta coisa na cabeça e tanta reflexão e ironia, a música não poderia terminar de otura forma que não:

Pare de pensar na vida e vá trabalhar
Na Construção Civil!

Sexta-feira, Janeiro 23, 2009

Eu tenho o meu ofício que me cansa de verdade



É meus amigos. Enquanto muitos se preparam para um fim de semana recheado de festa, balada, cachaça, dança, sexo e euforia, enquanto outros preferem calmaria, uma rede, água de côco, filme, cama, nada para fazer, eis que este escriba segue na sua jornada de escravidão eterna. Trabalho, neste momento, no Campus Party 2009, uma feira de tecnologia, bem bacana, que tá rolando aqui no Centro de Exposições Imigrantes, na zona sul de São Paulo.


Desde quarta eu saio da produtora e venho pra cá, prestando serviço de produção, planejamento e atualização de conteúdo para o site do Mobilefest, que tá com um stand aqui no Campus Futuro, do II Campus Party. Na terça já trabalhei o dia todo pra eles, mas em outro lance, numa Gincana Global por celular com GPS na avenida Paulista.


Eu louvo e respeito quem trabalha em dois empregos o dia todo, porque é realmente difícil, desgastante, cansativo, estressante, etc. Alguns dias e já sinto na pele os efeitos da jornada dupla de trabalho. Mas tem seus benefícios: as contas de fevereiro e março estão praticamente garantidas - praticamente não significa que estão. Vida de frila é assim: pensar mês a mês. isso, enquanto as coisas não se definem. Incrível como esse ano está demorando pra desenrolar e acontecer.


Enfim, enquanto isto, vamos vivendo. Tem muita novidade aqui na feira, coisas interessantes, debates legais, conexão ferrada (sentir-se conectado com o mundo onum evento, podendo produzir conteúdo e atualizá-lo em sites e blogs em tempo real é fantástico) e, claro, muita mulher bonita nos estandes (pra alegria da molecada que tira foto ao lado das beldades), pra trazer alegria e beleza durante horas cansativas de trabalho.


Estarei aqui por boa parte do sábado e, dependendo de como a coisa andar, domingo tamabém. Torçam para que, ao menos domingo, eu tenha folga, vai. Estou precisando pra cuidar da saúde, que anda em frangalhos.


Bom fim de semana divertido a vocês. Enquanto isso, eu sigo aqui, on line e trabalhando.


Trilha sonora do post: alguém gritando gol no estande ao lado e vozes dispersas por todo o pavilhão.


Título do post inspirado em "Música de Trabalho", da Legião Urbana.

Terça-feira, Janeiro 20, 2009

All too much

O sumiço dos últimos dias se deveu ao fato de que, às 16h30 da última sexta-feira eu pegava um ônibus em direção ao Litoral Sul Paulista, mais precisamente, Praia Grande. Meus pais foram passar, tradicionalmente há alguns anos, uns 10 dias na praia de Ocian e eu peguei carona, a pepdido deles, para passar um fim de semana. Pena minha irmã e meu sobrinho não poderem ter ido.

Mesmo assim, foi bastante divertido: nadei, tomei minha cerveja, comemos uns petiscos bacanas embaixo de uns coqueiros maravilhosos que nos davam sombra e frescor. Passeei de ônibus, andamos de noite pela orla da praia, tirei minhas fotos (orkut), enfim, momentos divertidos que passei com os velhos, que ficaram muito contentes e deu pra perceber isso, o que me deixou muito satisfeito: além de poder curtir, eles também gostaram e foi importante pro processo.

Engraçado que, apesar dos constantes protestos silenciosos da minha mãe, a relação com eles melhorou muito depois que saí de casa. Não, eu não saí porque brigava, porque não brigava, apenas estava cansado de algumas coisas e decidi buscar meu sonho de morar sozinho. Era o tempo. Antes eu ficava lá, trancado no quarto, apartado do mundo deles, no máximo interagindo num almoço de domingo ou em frente à TV vendo o jogo do São Paulo.

Agora não: bem ou mal eles vêm aqui, eu vou lá, fazemos uma coisinha ou outra, o trato é um pouco diferente (por mais que eu gostasse que fosse ainda mais, mas eles são e serão sempre meus pais) e as formas de divertimento e interação tem sido evolutivas e acrescentam positivamente na memória. O jeito é aproveitar.

Falando nisso, aproveito pra ir embora, porque tenho um problema para resolver hoje. É, a vida de adulto, de free-lancer, de demissionário, de indefinições, não é fácil. Até mais.

Trilha sonora do post: How we operate - Gomez

Quarta-feira, Janeiro 14, 2009

What kind of fuckery are you?

Nada mais emblemático do que voltar a beber ao som de Amy Winehouse, ainda mais com "Me and Mr Jones": "What kind of fuckery are we?" Hoje é um dia alegre, porque eu voltei a beber sem, por enquanto, a garganta reclamar.

Hoje tive uma reunião bacana com um grandisíssimo amigo, sobre vários projetos, para tentar fazer as coisas andarem, outras coisas. Em breve saberemos quais.

Mas o que mais importa é que passei algumas parcas horas agradáveis com um grande amigo que realmente vale a pena, que aposta em mim, que cresce comigo. Falamos de trabalho e de milhares de outras coisas. Eu já aprendi que a amizade transcendeu o trabalho há tempos, cumpádi, até por escrever isso dou o braço a torcer, com o maior orgulho, satisfação e felicidade.

O ser humano é mesmo muito insólito. Dá valor a coisas que não vive, que não existem. Enquanto busca a semana inteira por um fim de semana perfeito, num bate-papo com amigos na sua casa, não percebe que uma simples quarta-feira pode proporcionar tudo isso, mesmo que em meras duas horas.

Eu sempre vivo buscando o elo perdido de mim mesmo, a confraternização perfeita, do jeito que eu quero, que nunca acontece e sempre me desaponto, enquanto coisas fantásticas aparecem neste interím, por acaso, por descaso, por encontro, por assombro.

Eu preciso saber entender os sinais. E viver bem todo e qualquer momento, aproveitando um bom instante não programado. E dizendo foda-se às programações e organizações. E também a quem almeja sua amizade, sem mostrar, no entanto, um pingo de vontade. Sim, vai chorar se tudo acabar. Vai sofrer se perder. Mas não se esforça ao mínimo pra fazer a coisa sobreviver. Mente, omite, inventa, pra não causas atrito. Mas, parece que não me conhece, pois, se eu descubro, só aumenta o conflito.

Acho que estou aprendendo. Azar que de quem se descuida de mim.

Não estou puto não, porque eu já disse que não vou me gastar por quaisquer. Por nada, muito menos ninguém. Só se trata de um aviso. Não vou dar mais espaço para frases vazias e desencontros que só servem para manter a pose da pessoa, enquanto não consegue manter a própria pose diante do espelho. Esquálida, que não engana nem a si mesma, enquanto se estraga por aí, perdida no tempo. Em si mesma.